Sitio Salvia Horning - Um Recanto Feliz

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Lugar especial para descanso e lazer!
Casa de campo (chácara) com piscina, campo de bocha, campo de futebol. Casa ampla com varanda ao redor. Possui 3 quartos, 2 banheiros internos e um externo. Ampla sala com lareira, cozinha e fogão a lenha e churrasqueira

Boligen
O Recanto Feliz tem muita história , atualmente pertence a família Teider Horning , descendente de imigrantes alemães que chegaram ao sul do Brasil em 1878. Formaram a colônia de Mariental, distrito da Lapa -PR.

Conheça um pouco desta história de nossos brasileiros.

Mariental significa “Vale de Maria”, e foi este o nome escolhido por uma pequena comunidade de 21 famílias de imigrantes de etnia alemã, hoje residentes no município da Lapa, estado do Paraná. Eles escolheram o nome Marienthal em memória de um santuário dedicado a Maria na Alemanha; levaram este nome para a comunidade às margens do Rio Volga na Rússia e depois para o Brasil.

Chegando em Mariental, eles foram colocados em um sobrado, onde viveram por mais de três meses, até a divisão das terras e o começo da construção de suas casas de estilo típico alemão. O povo alemão era acostumado com climas gelados, onde havia muita neve, e por isso construíam casas com o bico elevado para que a neve derretesse mais rapidamente.

Os alemães fizeram do sobrado um local para a invocação de Nossa Senhora da Conceição. Em 08 de Dezembro de 1899, os colonos receberam a imagem de Nossa Senhora da Conceição que lhes foi doada pelo coronel Joaquim Lacerda. A imagem veio carregada em um andor da cidade da Lapa até a Colônia Mariental.

Anos depois o sobrado foi demolido e foram usados parte de seus blocos para a construção da Primeira Igreja de Mariental (Igrejinha).

A Igreja centenária de Mariental teve sua construção iniciada em 1895, por intervenção do então vigário da Lapa Padre Francisco da Costa Pinto; pra edificar a igreja os colonos resolveram retirar fundamentos dos muros que cercavam o Sobrado. A igreja foi benta pelo padre franciscano Frei Floriano, no ano de 1903.

A Guerra dos Sete Anos foi a causa principal e decisiva da saída da Alemanha dos nossos antepassados, numa decisão certamente muito difícil.

Relembrando ainda outras razões, embora mais remotas, pelas quais
os alemães do Volga resolveram buscar terras mais distantes da terra natal, podemos mencionar a interminável Guerra dos Trinta Anos, com tristes consequências e a subsequente ocupação da Renânia, por aproximadamente cinquenta anos pelas tropas de Luís XIV. Essa longa ocupação teve como resultado a redução da população da Alemanha de 25 milhões para somente 4 milhões, além da miséria que esse domínio provocou.

Foi justamente nessa época que apareceu Catarina II da Rússia, que, com uma percepção "profética", produziu, com data de 4 de dezembro de 1762, um primeiro manifesto chamando os colonos europeus a povoar as estepes russas. Em 22 de julho de 1763, lançou um segundo manifesto que obteve grande êxito. Esse manifesto era dirigido em especial aos colonos alemães.

Além dessas, outras razões provocaram o êxodo maciço de alemães: somando-se aos males provindos das guerras, as mais significativas foram de ordem política, como o serviço militar obrigatório, a ocupação estrangeira da Alemanha e a expectativa constante de longas guerras.

As guerras provocaram grandes desastres econômicos em todos os tempos, e, no presente caso, não foi diferente. A fome venceu os sentimentos patrióticos desse povo, e as mortes constantes de seus filhos produziram uma repulsa insuportável diante dessas lutas estéreis sempre em benefício de terceiros.

O Segundo Edito subscrito pela imperatriz continha, com clareza, sete pontos que agradaram aos emigrantes: permitia a esses estrangeiros praticar livremente sua religião, de acordo com os usos e estatutos de suas igrejas; não pagariam impostos nem prestariam serviços comuns nem extraordinários ao Estado; enquanto estivessem radicados na Rússia, nenhum deles seria obrigado a prestar serviço militar nem civil; todos os campos e terrenos designados aos migrantes o seriam como posse intocável, à perpetuidade, transmitido por herança sem chegar a ser propriedade individual, mas bem comum da colônia; seria permitido expandir e melhorar suas posses, e comprar campos como propriedade particular; os campos designados pela Coroa seriam geralmente herdados pelo filho mais jovem do proprietário.

Catarina II não honrou com suas promessas e desfez os combinados com os alemães, tornando obrigatório o serviço militar perante os colonizadores. A falta de terra para o cultivo também foi um motivo forte, pois com o crescimento da população a proporção de terra que tinham se tornava muito pouca.

Os russos tratavam os imigrantes alemães com hostilidades, como se fossem intrusos e até adotaram o slogan “A Rússia para os Russos”.

O governo russo recusava-se a fornecer terras aos numerosos filhos dos colonos alemães junto ao rio Volga; então eles eram obrigados, uma vez casados, a distanciar-se dos pais e morar em locais distantes de seu local de nascimento, perdendo assim todo e qualquer vínculo com a família e parentes, e isso era inaceitável aos Wolgadeutschen. Além disso, os filhos dos colonos eram obrigados a um longo período de serviço militar, cerca de 5 a 7 anos, contrariando as promessas de Catarina II, que os havia dispensado do serviço militar para sempre.

Sendo assim, com a discriminação de que era objeto a raça alemã na Rússia, os pioneiros acharam melhor deixar o país. No entanto alguns deles permaneceram na Rússia, e no período da II Grande Guerra (1939 - 1945), foram transportados para campos de carvão subterrâneos ou para trabalhar na abertura de estradas e na derrubada de florestas, isso além de terem tido a perda total de seus bens.

Numa visão profética do futuro da Rússia, as 21 famílias de imigrantes empreenderam uma longa e arriscada viagem pelo Oceano Atlântico, em navio brasileiro chamado Santos; sonhavam com uma terra onde pudessem viver sem serem discriminados, sem perseguições e, assim, realizar o sonho de serem donos de suas propriedades, ao contrário da Rússia, onde só tinham o uso da terra, sem serem donos.

Mariental foi fundada em 09 de Junho de 1878, domingo, dia de Pentecostes. A viagem para o Brasil só foi possível porque diante do clamor do povo o governo russo deu condições de saídas aos que o quisessem.

Chegando ao Brasil a ajuda do governo foi mínima; os alemãs tiveram que derrubar arvores, construir estradas e escola. Além de tudo eles não entendiam a língua portuguesa e não conseguiam se comunicar com as autoridades brasileiras, e estavam desacostumados com o clima de altas temperaturas do Brasil. Eles se instalaram em diversas partes do Sul do Brasil, sendo que em Mariental ficaram as famílias de: Andreas Koelher (ferreiro); Andreas Hornung (negociante); George Hammerschmidt; José Teider, João Muller; Cristovão Stoecklein; Jacob Stadelmann; Peter Mildenberger; Heinrich Mildenberger; Martim Mildenberger; Nicolas Biehl; Johannes Jacob Biehl; Johannes Biehl (I); João Biehl (II); Gottieb Leinecker; José Leinecker; Valentim Schaefer, Johannes Steimbach, Phillip Eberle; Miguel Eberle; e Jacob Hornung.

Em 1806, vindos da Galícia, chegaram as famílias de João Schreyer; Mateus Adam; Wassil Stecki; João Bezunek; Thomas Bezunek; José Bezunek; Pedro Zewe; Jorge Zewe; Maximiliano Wolf.
Fonte:

MULLER, Estevão. Além dos mares a liberdade: Alemães do Volga: A epopeia de um povo. Centro Marista de estudos e Pesquisas, 2000.

MULLER, Estevão. De Marienthal (Alemanha, Rússia) a Mariental (Lapa, PR): Memórias da emigração dos alemães do Volga, 1878-2008. Centro Marista de estudos e Pesquisas, 2008.

MULLER, Estevão. Documentário da imigração alemã nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Curitiba, 2012.

MULLER, Estevão. Os ventos sopram liberdade: Alemães do Volga: a epopeia de um povo. São Paulo: Centro Marista de Estudos e Pesquisas, 2003.

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Lapa, Paraná, Brasilien

A chácara fica a 10 km da colônia de Mariental, município da Lapa PR. Acesso via Google Maps -25.751674,-49.592029

Vært: Renata

Tilmeldte sig i marts 2018
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